
Nome: Vanessa Ferreira
Significado: Borboleta
Nome Élfico Eámanë Anárion
Nome Fada: Dandylion Pixie
Idade: 31 anos
Nascimento: 01/10/1978
Onde Mora: Rio de Janeiro
Elemento: Ar
Planeta: Vênus
Cor: Azul, rosa, preto
Estrela Guia: Arcturus Alpha
Pedras: Diamante, Berilo e Quartzo Branco
Plantas e Flores: Macieira, Hortênsia, Morango, Erva-cidreira e Amor-perfeito
Gosto: Praia, cinema, shoping, dançar, fazer amigos, sair com os amigos, namorar, fazer compras, viajar, escrever poemas, ler, navegar na net, dançar, cinema, tatuagens, piercings
Amo: A vida, minha família, poesias, fadas, tirar fotos.
Signo: Libra
Fada: Nimue, ou a Dama do lago
Características: Ela é a fada-rainha de uma ilha de donzelas, situada no meio de um lago encantado, onde o inverno não chega nunca e ninguém conhece a dor.
Virtudes que confere: Poder mágico que cura a dor, concede o dom da valentia para enfrentar a adversidade.
Ritual para obter seus favores: Colocar un taça de agua clara e limpa em um local que fique a noroeste da casa; renovar a água antes que turva.
Dia para invocá-la: De 16 a 24 do mês outubro
A FADA 
O JARDIM 
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VIDA DE FADA 




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Quarta-feira, Setembro 29, 2010 ![]() Acredita-se que a Primavera é a época do ano onde as Fadas concedem os melhores desejos, pois ganham as flores da Natureza e estão se preparando para o Verão que é uma época em que as fadas podem ser vistas dançando em anéis redondos nos bosques.
Quem sabe se nos aventuramos em jardins ou bosques podemos ter a sorte de encontrar alguma magia! O filme “Sonho de Uma Noite de Verão” é um belo exemplo disso. Uma peça de William Shakespeare sobre Titânia Rainha das Fadas e Oberon seu consorte, reproduzido em filme. E não vamos esquecer que Titânia é a rainha, mas existem muitas fadas de vários poderes na floresta. Dizem que onde houver um jardim, ainda existe uma fada, mesmo que seja na cidade grande. Onde você mora deve ter um jardim, um quintal com vasos e plantas, ou próximo de sua casa deve ter uma praça. Entre no clima da Primavera e tente fazer amizade com uma fada. Para os iniciantes, é melhor tentar em casa, pois quem nunca fez contato com elas, sente-se desacreditado e envergonhado, que é muito natural. A dica é simples, deixe sempre perto de um jardim ou vaso de planta, uma bandejinha (feita de papelão mesmo) com algum pedacinho de alimento (tipo lanche) e algum presentinho, uma miniatura. E acenda um incenso todo dia, no mesmo horário, e enquanto acende converse com a fada como se ela estivesse ali. Não espere um sinal rápido, às vezes demoram meses para elas confiarem em você e demonstrarem sua existência. A época de melhor contato é do início da Primavera e o decorrer até o final do verão. Somente após muitos contatos que você deve pedir ajuda com seus desejos. Mas é certo que elas ajudam. ![]() Espero que estejam todos bem! Quero agradecer as visitas e os presentes de aniversário que ganhei ficaram lindos, adorei... todos já estão na minha salinha de presentes ganhos. Beijos mágicos e até a próxima! ![]() Derrame sua magia ![]() Quinta-feira, Maio 06, 2010 ![]() ![]()
Olá seres mágicos... Como vão? Espero que todos bem e acompanhados pela magia das fadas! Quero agradecer a visita dos que passam por aqui e deixam seu carinho e encanto! Voltem sempre! Beijos mágicos e até breve! ![]() ![]() Derrame sua magia ![]() Sexta-feira, Abril 02, 2010 ![]() A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo.
Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É a data mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida. No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques. Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas: ![]() A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica"). A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas. Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel". De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano. ![]() Os ovos de Páscoa são famosos no mundo inteiro. Os mais comuns são os ovos de chocolate, recheados com balas, confeitos e bombons.
Mas qual seria o significado do ovo de Páscoa? O ovo também simboliza o nascimento, a vida que retorna. O costume de presentear as pessoas na época da Páscoa com ovos ornamentados e coloridos começou na antigüidade. Eram verdadeiras obras de arte! O ovo é um símbolo de vida nova, de vida que está para nascer; é um símbolo de começo. Daí sua associação à Páscoa: a Ressurreição de Jesus também indica o princípio de uma nova vida, a redenção da própria humanidade e a promessa de um futuro cheio de alegria e felicidade para os que tem fé e esperança. Dentro do ovo gera uma vida, a vida é o Dom mais precioso de Deus. Ressuscitando para uma vida nova, Jesus revela a preciosidade que é a vida. Os egípcios e persas costumavam tingir ovos com as cores primaveris e os davam a seus amigos. Os persas acreditavam que a Terra saíra de um ovo gigante. Os cristãos primitivos da Mesopotâmia foram os primeiros a usar ovos coloridos na Páscoa. Em alguns países europeus, os ovos são coloridos para representar a alegria da ressurreição. Na Grã-Bretanha, costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos dados aos amigos. Na Alemanha, os ovos eram dados às crianças junto de outros presentes na Páscoa. Na Armênia decoravam ovos ocos com retratos de Cristo, da Virgem Maria e de outras imagens religiosas. ![]() No século XIX, ovos de confeito decorados com uma janela em uma ponta e pequenas cenas dentro eram presentes populares. Mas os ovos ainda não eram comestíveis. Pelo menos como a gente conhece hoje, com todo aquele chocolate. Atualmente, as crianças encontram ovos de chocolate ou "ninhos" cheios de doces nas mesas na manhã de Páscoa. No Brasil, as crianças montam seus próprios "cestinhos de Páscoa", enchem-no de palha ou papel, esperando o coelhinho deixar os ovinhos durante a madrugada. Nos Estados Unidos e outros países as crianças saem na manhã de Páscoa pela casa ou pelo quintal em busca dos ovinhos escondidos. Em alguns lugares os ovos são escondidos em lugares públicos e as crianças da comunidade são convidadas a encontrá-los, celebrando uma festa comunitária. ![]() Tradicional e popularmente costuma-se dizer que é o coelhinho quem traz os ovos da Páscoa.
Por isso, todos os anos, as crianças vão dormir na véspera do Domingo de Páscoa pensando nos lugares em que poderão procurar seus ovos. Coelho é um dos primeiros animais que saem das tocas ao chegar a primavera, após um longo inverno de recolhimento. Ora, no hemisfério norte, a Páscoa ocorre nos primeiros dias da primavera ( para nós que habitamos no hemisfério sul, a Páscoa é no outono ) e os coelhos logo se põem a correr pelos campos verdes, repletos de flores, dando, portanto, a idéia de renovação da vida, que parecia estar morta durante o inverno. O que mais interessa religiosamente, é que os coelhos são animais que reproduzem com extrema facilidade e em grande quantidade. Vem daí a identificação com uma vida abundante, um processo de restauração, um ciclo que se renova todos os anos. E é isto exatamente que se relembra na Páscoa: a Ressurreição de Jesus, que traz consigo um novo tempo de paz e de esperança a toda a humanidade. A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa. Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida? No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas! ![]() Tenham uma ótima páscoa, com muita paz e amor e lembrando-se sempre do verdadeiro significado dela: A ressurreição de Jesus Cristo! Beijos mágicos e até a próxima! ![]() Derrame sua magia ![]() Segunda-feira, Março 15, 2010
Olá seres mágicos, uma ótima tarde! Quero agradecer o carinho de todos que por aqui passam e deixam seu encanto! Hoje vou contar uma história bastante conhecida de todos, já foi até postada aqui, mas muitos ainda não a conhecem... Tenham uma ótima semana... Beijos mágicos! ![]() A história das fadas de Cottingley começou de forma bastante inocente. Em 1917 a adolescente Elsie Wright recebeu em sua casa, na até então marasmenta cidadezinha de interior de Cottingley, sua prima de dez anos de idade, Frances Griffiths. O pai de Elsie, um engenheiro elétrico, mantinha em sua casa uma câmera fotográfica e, num ato de condescendência paterna, emprestou-a para as meninas tirarem algumas fotos nos belos campos da vizinhança. Quando Arthur revelou as pranchas com as imagens ele descobriu isso aqui:
![]() ![]() Ao ver essas imagens Arthur se espantou. Ele não tinha, até então, ideia de como sua filha era talentosa para forjar imagens. Convencido de que uma máquina fotográfica era um equipamento de precisão caro e custoso de se manter (isso foi uns 80 anos antes das máquinas digitais, amiguinhos) Arthur proibiu as meninas de continuarem usando o equipamento para suas brincadeiras. A história toda teria terminado aí, e as fadinhas de Cottingley seriam lembradas apenas como uma anedota familiar peculiar, se não fosse a atuação da mãe de Elsie… e a espiral de interesses que ela iniciaria.
O início do século XX foi uma época peculiar na história do misticismo. O império britânico se estendia de uma ponto à outra do mundo, sua auto-proclamada superioridade técnica e moral para governar a Terra sendo sustentada por sua crença inabalável na racionalidade e na técnica. Ao mesmo tempo, o horror da Primeira Guerra Mundial mutilava e triturava pais, filhos, irmãos e esposos nas trincheiras do fronte europeu. Nesse contexto, um grande número de pessoas buscava desesperadamente respostas para o absurdo do mundo, e, em parte por descrédito das velhas religiões e seus dogmas irrelevantes para o novo futuro sombrio, em parte seduzidos pelo canto do poder da ciência, eram seduzidas por um novo tipo de espiritualidade, pautada pelo racionalismo e que substituía o ritual romano pelo método científico. Foi nesse mundo que floresceram Aleister Crowley, Edgar Cayce, Allan Kardec… e a Sociedade Teosófica de Madame Blavatsky, da qual a mãe de Elsie, Polly Wright, fazia parte. Ao ver as fotos da filha, Polly, talvez um tanto precipitada, considerou-as imediatamente reais. Porque Elsie não confessou a mentira na hora, é impossível saber. Talvez fosse para não estragar a alegria da mãe, talvez fosse para evitar uma bronca, talvez simplesmente por causa da famosa infinita perversidade infantil. O fato é que Polly comentou o caso para seus companheiros da teosofia e a história logo se espalhou no círculo ocultista inglês. Até aí, o caso ainda permanecia restrito… mas o caos na vida de Elsie e Frances, da vilazinha de Cottingley e da Inglaterra logo se instauraria, tudo por conta de um oftalmologista inglês… que era também considerado como o homem mais inteligente da Inglaterra. Arthur Conan Doyle é hoje lembrado como o criador do Sherlock Holmes… uma espécie de Dr. House que desvendava crimes, para a geração que só assiste tv. Mas a mente que alimentava o brilhantismo de Holmes era inquieta demais para se contentar apenas com o trabalho solitário da escrita de contos de mistério. Tanto que Doyle, por mais de uma vez, manifestou seu desprazer em continuar escrevendo as histórias do detetive mais famoso do mundo. Seus interesses eram mais vastos. Particularmente, Doyle era um espiritualista confesso e determinado a trazer ao grande público a realidade inegável da existência de um mundo etéreo imiscuído no nosso. Pode parecer loucura, mas faz bastante sentido: Arthur Conan Doyle era um homem dado a devendar mistérios, e nada mais fascinante e desafiador que desvendar o maior mistério de todos: a vida e a morte. Quando Arthur Conan Doyle soube das fotos pediu para ter acesso a elas. Polly, e o círculo teosofista acedeu alegremente, e Doyle as incluiu em um artigo que já escrevendo sobre fadas (a coincidência servindo de prova de que tudo ocorria como mandava o destino). A matéria foi publicada na STRAND, então a revista mais popular da Inglaterra. O ano era 1920, e o país foi tomado pela polêmica. Elsie e Frances, meio que sem querer, tinham acertado um ponto nevrálgico do espírito de sua época. Enquanto Keats escrevia poemas sobre a renascença céltica, e a burguesia inglesa se envolvia cada vez mais com médiuns e sessões espirituais, as meninas apareciam com imagens que comprovavam a existência de algo além desse mundo… e ainda faziam isso com fotografias, a nova tecnologia que representava o século que nascia. Tá certo, nem todo mundo caiu no conto de Elsie e Frances. Já naquela época muitos apontaram a aparência de bidimensionalidade das fadas, sua iluminação destoante e o fato de que elas pareciam um tanto quanto… britânicas demais. Mas, novamente, essa foi a era em que a tempestade de uma guerra genocida rugia pouco além do Canal da Mancha. Se os céticos não demoraram a levantar a voz, muitos outros também levantaram em defesa das fotos, desesperados para crer que ainda havia algo de magia, beleza e inocência em um mundo que parecia caminhar de forma resoluta para o Armageddon. Finalmente, em 1921, Edward Gardner, um prominente teosofista seguiu para Cottingley, disposto a tirar mais fotos e encerrar o caso de vez. Se possível provando com evidêcia científica e além de qualquer dúvida que as fadas existiam. Elsie e Frances nunca foram muito claras sobre porque elas continuaram a farsa. Pelo que foi possível intuir de entrevistas posteriores, em parte elas temiam que confessar tudo, naquela momento, expôria ao ridículo gente demais. Carreiras poderiam acabar, e seus pais poderiam ser prejudicados pela inevitável reação de ultraje. Ao mesmo tempo, elas estavam se divertindo um pouco em engabelar todos aqueles cavalheiros ingleses gentis e com ares de sabe-tudo. Crianças inglesas, particularmente meninas, não tinham lá muita voz ativa na época e deve ter sido uma experiência catártica poder enrolar com mentiras a mesma sociedade que os ignorava quando falavam verdades. Assim, elas aceitaram a proposta de Gardner, e tiraram mais três fotos: ![]() ![]() ![]() Nos anos que se seguiram, Conan Doyle publicou um livro relatando o caso, “A Vinda das Fadas”. No entanto as imagens nunca se concretizaram como a evidência irrefutável da existência do sobrenatural que os espiritualistas almejavam. Décadas depois, já idosas, e depois da morte de Conan Doyle e Edward Gardner, Elsie e Frances confessaram terem forjado as fotos, usando fadinhas de cartolina presas à alfinetes. Como um truque tão primário pôde enganar tanta gente, incluindo aí o homem mais esperto da Inglaterra, isso elas não souberam responder. O que aconteceu foi a combinação da vontade do povo inglês de redescobrir um pouco de magia e fantasia em seu cotidiano, combinado com certa ingenuidade em pensar que duas belas meninas fossem incapazes de mentir… pra não mencionar o chauvinismo que considerava elas incapazes de operar uma câmera a ponto de realizar truques de perspectiva e dupla exposição (que é o que explica a natureza intangível das fadas na quinta foto). Na verdade, Elsie era uma artista e fotógrafa talentosa, que com uma brincadeira inconsequente, capturou a imaginação de uma nação e provou que mesmo a mente mais brilhante pode ser enganada, quando assim deseja. As pessoas acreditam no que querem crer.
Elsie e Frances engabelaram (quase) todo mundo, mas foi porque suas vítimas assim quiseram. Hoje, ninguém as culpa por nada. Como um adulto que lembra com carinho dos feitos de mágica que o espantavam quando criança, mesmo sabendo que eles eram só truques, o caso das fadinhas sobrevive como uma história pitoresca, que rendeu um filme (O Encanto das Fadas, meia-boca) e muita decoração peculiar em Cottingley. Talvez, se elas tivessem confessado na época, a situação tivesse sido bem diferente. ![]() ![]() Derrame sua magia ![]()
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